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Das pequenas às grandes lojas: incorpore sustentabilidade ao seu negócio

Atualizado em: 23/06/2019

 

 

Hoje, os clientes exigem que lojas e fabricantes ofereçam muito mais que bons produtos. Eles também estão atentos a como cada marca cuida do meio ambiente e como agem em relação os demais parceiros de negócios. Pouco mais da metade dos consumidores dá preferência a marcas reconhecidas por cuidar do meio ambiente e 42% dizem se preocupar muito com as práticas sustentáveis das empresas. Mesmo que sua loja ainda não tenha colocado a sustentabilidade como uma prioridade, os clientes já distinguem marcas que atuam pontualmente com questões de sustentabilidade das que tratam o assunto de forma consistente.

Para se posicionar como um negócio sustentável é preciso realizar um programa permanente de sustentabilidade. Trazemos aqui dois casos de sucesso que podem servir de inspiração para o desenvolvimento de estratégias sustentáveis:

 

No setor de shopping centers, a General Shopping & Outlets do Brasil tem sua política de responsabilidade socioambiental muito bem definida.

O programa de reciclagem da administradora poupa árvores (papel) e evita que toneladas de petróleo sejam extraídas (plástico), entre outros benefícios. A General Shopping & Outlets do Brasil também assume metas para reduzir os impactos ambientais, utilizando a água e energia elétrica de maneira sustentável.

Outro destaque fica para o apoio ao Instituto Ideal Brasil, que dá assistência e acompanha centenas de jovens atletas. Para saber mais detalhes sobre essas e outras iniciativas, clique aqui.

 

Na área de varejo, a C&A tem bons exemplos. A marca lançou a campanha #vistaamudança, que se baseia em três pilares: produtos sustentáveis, rede de fornecimento sustentável e vidas sustentáveis.

O primeiro é o compromisso que a rede assumiu em ampliar a oferta de produtos feitos com matérias-primas de origem sustentável. Além disso, a C&A tem em todas as suas lojas uma urna para que os clientes doem roupas usadas, que podem ser destinadas para doação ou reciclagem.

O segundo pilar aborda práticas ligadas ao uso consciente de água, energia elétrica e destinação de resíduos. Também é feito o monitoramento da rede de trabalho terceirizado, a fim garantir condições justas e seguras para as pessoas envolvidas na cadeia de fornecimento.

O último item trata da inclusão por meio da valorização da diversidade e igualdade nas condições de trabalho. Para consolidar essas ações, a empresa publica em seu site as iniciativas desenvolvidas e os resultados alcançados.

 

A partir desses dois casos de sucesso e trazendo para a realidade do pequeno e médio varejo, sua loja pode:

- Estabelecer parcerias com cooperativas de reciclagem e outras instituições que façam uso do resíduo produzido pelo negócio. A separação e destinação de materiais é uma iniciativa possível para a maioria das varejistas.

- Economizar energia elétrica por meio de lâmpadas mais econômicas, realizar projetos que maximizem o uso da luz do dia e utilizar energia solar.

- Privilegiar fornecedores que sejam adeptos de políticas sustentáveis, monitorem sua cadeia produtiva e não estejam envolvidos com trabalho escravo.

- Praticar incentivos a clientes que recusarem sacolas, como descontos nas compras.

Em seguida, é preciso tornar públicos os compromissos de sustentabilidades assumidos e divulgar periodicamente os resultados em sites, redes sociais e nos próprios pontos de venda. No médio prazo, a loja começará a se reconhecida e ganhará boa reputação em sustentabilidade.