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Mall e Merchandising têm importância estratégica nos empreendimentos da General Shopping Brasil

Atualizado em: 07/08/2017

Uma das maiores tendências mundiais no setor de shopping centers é o fato de que os malls deixaram de ser locais exclusivamente de varejo e se transformaram em locais de interação, convivência e experiências. Essa tendência traz grandes transformações na estrutura, no mix de lojas e no relacionamento dos clientes com os shoppings. Reunindo milhões de clientes por mês, os shoppings são, especialmente nas grandes cidades brasileiras, o grande local de convívio das pessoas, como eram as praças centrais há algumas décadas.

Essa transformação dos shoppings vem abrindo novas possibilidades de geração de negócios para os empreendedores. Atenta a isso, a área de Mall e Merchandising da General Shopping Brasil conta com um leque de ações para tornar os empreendimentos mais atraentes para novas lojas e para permitir que os clientes entrem em contato com marcas de produtos e serviços, beneficiando todo o ecossistema de lojas.

“Entendemos que, hoje, o shopping não é só um ponto de varejo, mas também um canal de mídia que pode ser aproveitado, gerando reconhecimento para as marcas e receitas para o empreendedor”, comenta Marcelo Trettin, gerente de Mall e Merchandising da General Shopping Brasil. Seja em mídias expostas ao público, em ações de publicidade ou em atividades promocionais de divulgação e sampling, o imenso fluxo de clientes nos empreendimentos é garantia de retorno para as marcas. Há diversas opções à disposição das empresas, como mega painéis, totens, banners suspensos, comunicação nas portas do shopping e nas escadas rolantes, além de mídias digitais, com telas de LED que apresentam as campanhas das marcas. “Para as empresas que estão no shopping, esse tipo de comunicação contribui para ampliar a possibilidade de vendas de impulso. Além disso, marcas que atuam no entorno dos shoppings, como colégios e universidades, também utilizam essas mídias para alcançar um público ao qual, de outra forma, talvez não tivessem acesso”, avalia Trettin.

Segundo o executivo, grandes empresas usam mais frequentemente esse tipo de mídia, mas empresas de menor porte estão despertando para esse canal de comunicação. “Havia o receio de que os custos seriam proibitivos, o que definitivamente não é o caso”, afirma. “O lojista sabe que precisa levar o cliente à loja para converter as vendas, que a comunicação dentro do mall tem um grande impacto sobre a decisão de compra e que o investimento é muito mais efetivo e barato do que em mídias tradicionais”, completa.

Outro vetor importante de geração de receitas para os shoppings é a exploração de áreas do mall por meio de quiosques, desde que as operações instaladas não conflitem com os lojistas estabelecidos nas lojas. “Esse é um canal estratégico para o empreendedor, uma vez que leva para o shopping novos operadores que têm interesse em alcançar o público do mall ou microempreendedores que querem experimentar o shopping. Os quiosques funcionam muito bem como um canal para captação de futuros empreendedores de varejo”, analisa Trettin. Esse formato de loja é, também, uma forma de trazer novidades para o mall, especialmente em operações segmentadas que não teriam porte para ocupar todo o espaço de uma loja, mas que têm demanda dos clientes. “Dessa forma, conseguimos fazer com que o mall ofereça tudo o que o cliente quer, o que torna o shopping mais atraente, amplia o tráfego e, assim, beneficia todos os lojistas”, complementa.